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1. introduçãoO conhecimento nunca esteve tão perto de nós seres humanos. Somos capazes de criar quase tudo. nossos sonhos não tem mais limites. O que fazemos com este dom divino chamado inteligência?
O aumento do poder computacional dos computadores modernos tem permitido ao homem implementar tarefas que a alguns poucos anos atrás eram impossíveis. 2. o que é um computador?Computadores modernos digitais são máquinas algorítmicas, ou seja, processam rigorosamente uma linguagem. Um computador nunca executa uma instrução, ela a interpreta. Um algoritmo é uma seqüencia finita de ações matematicamente definidas que operam sobre um conjunto de dados de entrada. Um programa de computador é um conjunto de instruções e, sempre, associado a funções matemáticas que mapeiam elementos de um conjunto de entrada para um conjunto de saída. Um programa pode ser uma seqüência bem definida de instruções válidas. Mas se este programa, durante sua execução, entra em um laço infinito de ações, na qual nenhum novo dado é entrado, então ele não é um algoritmo. Portanto nem todo programa é a descrição de um algoritmo. 3. Computacionalismo e Conexionismo3.1. ComputacionalismoSegundo computacionalismo clássico os sistemas cognitivos são máquinas que processam representações simbólicas através de um processador central (este é o tipo de sistema usado até hoje pelos computadores correntes). 3.2. ConexionismoSegundo o conexionismo os sistemas cognitivos consistem em redes neuronais constituídas por nódulos que se relacionam entre si criando padrões mais ou menos estáveis. 3.3. Breve comparação
4. O teste de TuringTuring propôs um teste através do qual poderíamos decidir se os estados cognitivos humanos são manipulação de símbolos. O teste proposto por Turing consistia em levar a cabo uma experiência com duas pessoas e um computador. Nesta experiência uma pessoa isolada faz uma série de perguntas que são respondidas pelo computador e pela outra pessoa. O computador passa o teste se o indivíduo que faz as perguntas não conseguir descobrir qual dos interlocutores é a máquina e qual é humano. Turing previa que os computadores estariam brevemente aptos a passar este teste.
O teste de Turing foi tradicionalmente considerado como um argumento a favor do computacionalismo clássico. A idéia era a de que se um computador passasse o teste de Turing então estaria provado que os estados cognitivos humanos podem ser replicados pelos computadores. 5. O quarto chinêsem 1980 Searle propôs outro teste conhecido como o argumento do quarto chinês. O argumento consiste numa experiência de pensamento na qual imaginamos um sujeito que apenas fala inglês fechado num quarto com um manual sofisticado que relaciona uns caracteres chineses com outros caracteres chineses. O individuo pratica a manipulação destes símbolos, seguindo as regras propostas no manual. Passado algum tempo ele é capaz de responder a mensagens enviadas pelos seus guardas chineses com tal eficácia que eles não conseguem descobrir se ele é ou não chinês. O quarto chinês de Searle foi tradicionalmente considerado como um argumento contra o computacionalismo clássico na medida em que nesta experiência não dizemos que o indivíduo fala chinês e sendo assim existe uma diferença essencial nos estados mentais de um indivíduo que apenas manipula símbolos e num indivíduo que fala uma língua. A experiência do quarto chinês de Searle põe em causa a relevância do teste de Turing. 6. Avaliação do teste de Turing e do quarto chinêsÉ possível defender uma interpretação do teste de Turing segundo a qual quando um computador o passa com sucesso apenas fica provado que ele pode simular os estados cognitivos humanos e não é necessário dizer que ele os pode replicar. Nesta interpretação o teste de Turing não é suficiente para defender o computacionalismo clássico no sentido forte. Por outro lado, um defensor do computacionalismo clássico pode dizer que se a situação do quarto chinês ocorrer então o indivíduo sabe falar a língua. Na avaliação destas experiências é necessário considerar as relações entre simulação e réplica. A distinção entre estas pode não ser tão clara como usualmente se considera nestes debates. De fato, quando um sistema ou um organismo exprime os mesmos outputs perante os mesmos inputs é cientificamente justificável pôr a hipótese de que existe um sistema causal interno semelhante. Quando se fazem experiências laboratoriais em qualquer ramo da ciência toma-se como garantida a credibilidade deste método: constroem-se situações artificiais e através dos resultados atingidos nessas situações defendem-se hipóteses acerca dos sistemas causais internos.
A Inteligência Artificial pode ser considerada como um método laboratorial muito complexo através do qual se testam as nossas hipóteses acerca dos sistemas causais internos responsáveis pela cognição humana. Se assim é não podemos traçar uma linha definida entre simulação e réplica, entre uma posição forte em relação à inteligência artificial e uma posição fraca. Se o Teste de Turing for cumprido com sucesso podemos dizer que o computador simula os estados mentais, mas temos de acrescentar que se os simula com eficácia a melhor explicação para esse fato é a de que os replica adequadamente. Por outro lado, se a experiência do Quarto Chinês for possível a melhor explicação para esse fato seria a de que a linguagem é apenas manipulação de símbolos e que a nossa intuição de que o indivíduo não fala Chinês está relacionada com fatores extra-lingüísticos. Outra forma de avaliar a relevância destas experiências para Filosofia da Mente contemporânea é questionar a sua eficácia real. O progresso da Inteligência Artificial na segunda metade do século XX não permitiu aos computadores passarem o Teste de Turing. Por outro lado, até hoje a experiência do Quarto Chinês não foi executada e a possibilidade de levar a cabo uma experiência desse tipo com êxito pode ser questionada. O fato de que nem uma nem outra experiência foram executadas com sucesso mostra que é muito difícil simular os estados cognitivos humanos usando apenas manipulações de representações simbólicas. Assim sendo, a melhor explicação para isto é a de que os sistemas causais internos responsáveis pela cognição humana não são semelhantes a estados computacionais, não são apenas manipulações simbólicas. Uma das explicações tradicionalmente apresentadas para dar conta da dificuldade de simulação dos estados cognitivos comuns é a de que na cognição comum existe um conhecimento implícito vastíssimo que se manifesta numa série de regras de senso comum. A programação destas regras num computador serial é difícil e a não realização do Teste de Turing é atribuída a esta dificuldade (também conhecida por frame problem). Outra limitação comum atribuída aos computadores tradicionais é a de que eles não são capazes de aprendizagem. Esta limitação também pode estar na origem do insucesso do Teste de Turing. 7. Origem da RobóticaO termo ROBÔ tem sua origem na década dos anos vinte com a peça do tcheco Karel Tschapek (1890-1938), intitulada "RUR" (Robôs Universais de Rossum). Na peça aparecia uma série de seres artificiais com aparência humana, que obedeciam as ordens de seu professor e desempenhavam os trabalhos duros. Estes seres recebiam o nome de ROBÔ, em tcheco "ROBOTA", que significa trabalho forçado. A partir daí a literatura oferece distintas imagens do que é um ROBÔ. Podemos encontrar em obras de Issac Asimov diferentes figuras antropomorfas, capazes de fazer movimentos, executar operações, falar e inclusive emocionar-se. Na verdade, salvo no cinema, a aparência real dos ROBÔS empregados nas indústrias para a realização de tarefas repetitivas, em pouco ou em nada se parecem com o homem. Na atualidade se entende por ROBÔ: toda máquina independente de manipulação suscetível de levar a cabo diversas tarefas, mediante uma programação adequada. 7.1. Leis da RobóticaLeis da Robótica foram instituídas por Isaac Asimov e universalmente aceitas.
8. Filmes8.1. Star Wars8.1.1. Droid protocol
Andróide de protocolo são vitais para suavizar as diferenças nas interações entre várias culturas através da galáxia. São programados para etiqueta e equipados com formidáveis características de linguagem. Estes droids auxiliam diplomatas e políticos e também servem como auxiliares administrativos e braços direitos de oficiais de alta patente. Eles possuem várias formas e tamanhos, mas na maioria são humanóides. 8.1.2. Astromech droid
Este pequeno robô, menos de 1 metro de altura, é equipado com uma sorte de recursos e ferramentas que o tornam um grande mecânico de naves espaciais e um especialista em interfaces computacionais.
8.1.3. Darth Vader
9. SlidesVeja também os slides nas resoluções de 400x300 e. 800x600. 10. Referências
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